A lavra dos dias e o jugo do cotidiano é um livro de poesia brasileira contemporânea de Pedro Tavares, publicado em 2026 pela editora Toma Aí Um Poema. A obra reúne poemas curtos e intensos que fazem da vida cotidiana sua matéria-prima, entre desgaste, desejo, memória, solidão, despedidas e a urgência de seguir existindo. Com versos enxutos, pausas calculadas e imagens de fogo, mar, naufrágio e cinzas, o poeta transforma pequenos instantes em experiências de grande densidade emocional. O próprio livro resume esse espírito quando o eu lírico se define como “não a matéria, mas o incêndio”. Com prefácio de Mabelly Venson, que destaca a precisão e a contenção da linguagem do autor, esta coletânea oferece uma leitura rápida, mas que permanece ecoando: cada poema pode ser lido em minutos e revisitado muitas vezes, revelando novas camadas a cada retorno. Este livro é indicado para: leitores jovens e adultos, a partir de 16 anos, que apreciam poesia contemporânea, versos breves e linguagem concisa; para iniciantes no gênero, graças à acessibilidade dos poemas curtos, e para leitores experientes, que encontrarão trabalho apurado de ritmo, sonoridade e jogos de palavras; para quem se interessa por temas existenciais, pelo cotidiano, pelas angústias e pelos impulsos da vida, e também para estudantes e professores de Letras em busca de vozes atuais da literatura brasileira.
Pedro Tavares é poeta, nascido em 1997, em Brasília. Estudou Linguística em São Petersburgo, na Rússia, e, de volta ao Brasil, graduou-se em Letras – Português, área em que atua como professor. Essa formação voltada ao estudo da língua se reflete diretamente em sua escrita: uma poesia concisa, rítmica e precisa, descrita no prefácio de Mabelly Venson como trabalho de um lapidador da linguagem. Autor que escreve pela própria pulsão de ser, Pedro Tavares apresenta em A lavra dos dias e o jugo do cotidiano uma voz marcada pela contenção, pela força da imagem e pela intensidade existencial.