Ah, que seja. é uma coletânea de poesia brasileira contemporânea de João Pelisari, organizada em seis partes que atravessam memórias de infância, amadurecimento, amor, dor e autoconhecimento. Os poemas alternam entre versos livres, formas mais clássicas como sonetos e prosas poéticas curtas, sempre com um tom confessional e intimista, tratando da tensão entre a busca pela perfeição e a aceitação do que simplesmente é. A leitura é rápida e fragmentada, ideal para quem busca poesia contemporânea de fácil acesso emocional, sem abrir mão de referências à tradição literária brasileira (há menções a Machado de Assis, Drummond, Olavo Bilac, entre outros). Este livro é indicado para: leitores jovens adultos e adultos (a partir de 16 anos) interessados em poesia contemporânea brasileira, especialmente quem gosta de textos confessionais sobre autoconhecimento, amor e amadurecimento; não exige conhecimento prévio de teoria literária, sendo acessível tanto a leitores iniciantes de poesia quanto a apreciadores mais experientes do gênero.
João Vitor Pelisari é graduando em Relações Internacionais pela USP (Universidade de São Paulo) e estreia em livro com "Ah, que seja.". Sua escrita é descrita, na apresentação da obra, como uma combinação de ternura e angústia com um ar quase infantil de potência e ansiedade, marcada pela tentativa constante de entender o mundo a partir de si mesmo e do outro. Não há registro, no material analisado, de outras obras publicadas anteriormente — o livro parece ser seu primeiro trabalho literário. Informações adicionais sobre prêmios, formação complementar em escrita ou outras publicações: não encontradas no arquivo — preencher manualmente, caso existam.