Na Ossatura da Madrugada é um livro de poesia contemporânea brasileira de Romário Anulino. A obra reúne versos que exploram a madrugada como território simbólico de insônia, memória e luto, tecendo imagens do corpo — ossos, tendões, vértebras — como metáfora da existência e da dor. Ambientado entre paisagens do Rio Grande do Norte (Natal, Parnamirim, Nova Cruz, São Miguel do Gostoso), o livro dialoga com nomes como Hilda Hilst, Carlos Drummond de Andrade, Adélia Prado, Ana Cristina César e Caio Fernando Abreu, entre epígrafes que ajudam a situar o tom confessional e lírico da escrita. Sobre o que é o livro "Na ossatura da madrugada"? É uma coletânea de poemas que atravessa temas como insônia, amor, perda, memória afetiva e a relação entre corpo e cidade, escrita em primeira pessoa e com forte carga sensorial. Quem busca poesia intimista, de leitura rápida mas densa em imagens, encontra aqui um convite à reflexão sobre os próprios silêncios noturnos. Este livro é indicado para: leitores jovens adultos e adultos que apreciam poesia contemporânea brasileira; pessoas com interesse em literatura confessional, lírica urbana e temas como luto, insônia e memória; leitores já familiarizados com poesia (não é necessário conhecimento prévio técnico, mas o gosto por poesia contemporânea enriquece a leitura); e público que busca obras de estreia de autores independentes ligados a selos e coletivos de poesia.
Romário João Anulino da Silva é jornalista e professor de Língua Portuguesa, natural do Rio Grande do Norte. Escreve contos e poemas desde a adolescência e é o filho caçula de uma família de seis irmãos. "Na ossatura da madrugada" marca a estreia literária de Romário após anos de escrita silenciosa. Atualmente reside sozinho em Nova Cruz-RN, onde leciona Língua Portuguesa na rede pública e privada.