Poesia afiada como machado, tiro à queima-roupa, poesia suicida como de Torquatto Netto, suja como de Gullar, traços do velho rabugento Bukowski, com as gírias e palavrões de Leminski, jogando com as letras como quem brinca para passar o tempo, observando de longe os acontecimentos ao seu redor e de dentro de si mesmo.
EUGÊNIO RAMOS GIANETTI é poeta e músico paulistano. Reside atualmente no Centro de Acolhida Especial para Idosos - CAEI - Morada Nova Luz, Campos Elísios, São Paulo - SP
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Verminal: poemas & anomalias / Eugênio Ramos Gianetti. – Curitiba:
Eu-i, 2024.
58 p.; 13 X 18 cm
ISBN 978-65-6064-073-3
1. Poesia. 2. Literatura brasileira.