Eu nunca quis estar aqui é um romance de autoficção introspectiva de S.S. Maisa, que mergulha na saúde mental e na experiência da depressão através de uma narrativa confessional e literariamente madura. Sobre o que é o livro? A obra acompanha a voz de uma narradora que enfrenta inadequação, solidão, desejo, inveja e autoconsciência, construindo essa jornada por meio de uma linguagem imagética marcada por símbolos como escuridão, fogo, espelho e abismo. Ao ler, quem busca literatura brasileira contemporânea de forte densidade emocional encontra aqui um espaço de identificação e catarse, acompanhando um relato corajoso sobre o conflito com o próprio existir sem filtros ou suavizações. Este livro é indicado para: leitores adultos e jovens adultos (recomendado a partir de 16 anos, dado o teor maduro sobre sofrimento psíquico) que se interessam por romance introspectivo, autoficção e literatura confessional brasileira, com ou sem familiaridade prévia com o gênero, especialmente quem busca narrativas sensíveis sobre saúde mental, identidade e existencialismo.
S.S. Maisa é poeta neomarginal, artista visual, ensaísta e ficcionista, além de graduanda em Letras pela FFLCH/USP e pesquisadora de literatura. É autora de "Como É Bom Estar Sozinho", publicado pela editora Toma Aí Um Poema, obra em que já apresentava uma linguagem imersa no inconsciente e avessa à linearidade, em diálogo com sua produção artística de estética surrealista. Seu trabalho literário e visual explora o existencialismo como direito e ato de revolução, consolidando uma voz autoral marcada pela introspecção, pela experimentação de linguagem e pelo enfrentamento direto de temas ligados à subjetividade e ao sofrimento psíquico. (Demais dados biográficos, como formação complementar e prêmios, não encontrados no arquivo — preencher manualmente.)