Luiz Felipe Leprevost escreve como quem fotografa momentos: um gesto do pai, a mão de uma avó, a rua da infância, um cão preguiçoso, um boneco de neve que derrete. Entre memórias e invenção, suas crônicas guardam o que o tempo insiste em apagar — os afetos, os detalhes, as pequenas epifanias.