O Transtexto reúne uma seleção de 52 peças criadas entre 2016 e 2019, nunca publicadas juntas. Trata-se de literatura experimental, e, como técnica de produção e expressão poética, desde 2016 se tornou o principal método criativo do autor. Os textos ora parecem poesia visual, ora arte visual, ou apenas poemas, ou parecem Transtextos.
Academicamente falando, a teoria se constitui a partir de Caleb Whitefoord, passando por Tristan Tzara, Brion Gysin, William Burroughs, Tom Phillips, Valêncio Xavier, Leonardo Villa-Forte e Austin Kleon, e encontra base acadêmica em Gérard Genette. Busca voz e simbologia no Tarô e o caráter lúdico do jogo.
Ao longo do tempo, o Transtexto circulou por diferentes espaços, tais como oficinas de criação literária (2016, 2017, 2021), trabalho acadêmico (2016), sarau (2017), videopoema (2020), Mostra de Poesia Visual da USP (2021), revistas literárias (2021, 2022), Antologia Poesia Minimalista (TAUP, 2022), conto (2023), ensaio (no prelo), pesquisa de TCC (em desenvolvimento) e projeto de mestrado (em desenvolvimento).
Dan Porto é artista, escritor, professor e produtor cultural. É especialista em Linguagens e suas Tecnologias (UFPI) e em Artes (Faculdade São Luis). É porta-voz do 'Transtexto' e do 'Homo Poeticus', e criador dos projetos 'As Pessoas de Fernando' e 'Ler o quê?'. Publicou 'Pequeno Manual do Vestibular' (2009), 'Raridades' (2011), 'Viver e ajudar a viver' (2014), Série Poética: 'Just it', 'Carménère', 'Xilema' (2015), 'A cura da Aids' (2017), 'tempo de ninguém' (2022), ‘Teresa e o pássaro azul’ (no prelo), além de textos avulsos em jornais e revistas de literatura.
@danportoeu
Transtexto n. 119 – pássaro:

Transtexto n. 51, sem título:
