Esses poemas parecem celebrar a complexidade da experiência humana, os conflitos internos e a busca por significado. A repetição, as quebras na métrica e a verborragia intencional adicionam uma camada de autenticidade e espontaneidade à obra.
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SOBRE O AUTOR
Marcos Amaral é autor de A poesia para: outra poesia, dentre tantas (independente); do jeito que ahhh! encruzilhando beiradas, Abissais, ambos pela editora TAUP e de um canal de poesias audiovisuais:
https://www.youtube.com/channel/UC9x0rwVC1mDUo4IJkXVVz2w
aquele soneto abiku
borboleta que esbarra as próprias asas
No espinho que se rasga, frente ao velho
irmão, este que é ontem, diante à velha
chuva e à garoa nova, que é, e traz;
borboleta, pois mais caímos nós
buscando sacudir o tronco d'árvores,
nossos nós que alcançamos neste mármore
viril ereto contra o céu, tão sós;
borboletinha, quando a árvore cai
e deixa os galhos, secos... vai, se vai,
corre pelo espinheiro, sobre a cobra;
foge e persegue o rio que seco o nome
ainda sabe; donde vem te come...
a pedra, e o pássaro, e o cantar se faz.